segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Folga off-line garantida?

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/tf_carreira/2017/09/10/tf_carreira_interna,624717/folga-off-line-garantida.shtml


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Folga off-line garantida?

À medida que a tecnologia se embrenha por todas as áreas da vida, torna-se mais comum ser acionado por chefes e colegas por redes sociais, e-mails ou ligações fora do horário de expediente. O Brasil não tem legislação específica sobre o assunto, mas, se a pressão on-line for rotineira, pode prejudicar a saúde mental do trabalhador e configurar hora extra

 
    

 postado em 10/09/2017 12:06
Lanna Silveira/Esp.CB/D.A Press
 
Na França, nova legislação garante aos trabalhadores direito à desconexão, ou seja: os colaboradores ficam desobrigados, oficialmente, de responder a solicitações fora do horário de serviço por meio de celular, e-mail, redes sociais ou telefone. A lei francesa, de janeiro deste ano, reflete o avanço do uso da tecnologia e, na visão de especialistas, é importante para resguardar a saúde e o descanso do trabalhador. 

No Brasil, não existe norma específica sobre o assunto e o tema vem gerando polêmica já que, se puder provar que foi demandado com frequência fora do horário do expediente, inclusive durante o intervalo, o profissional pode conseguir, na Justiça, determinação para receber hora extra por isso. Viviane Castro Neves, sócia gestora da Advocacia Castro Neves Dal, cita como exemplo um trabalhador que colocou, junto ao processo judicial, mensagens de WhatsApp que mostravam que, enquanto almoçava, era chamado várias vezes.

Mestra em direito do trabalho, ela garante que, mesmo sem norma jurídica sobre isso, o trabalhador brasileiro não está desamparado. “Não há legislação sobre o direito de se desconectar. O que temos assegurado nacionalmente é o período de descanso. Nossa legislação é muito taxativa com relação ao horário de ofício e é do interesse do empregador cumprir para evitar um passivo trabalhista”, afirma. 

Segundo a professora da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG) Mônica Sette Lopes, “a garantia do repouso existe e tudo depende da situação”. Tanto Viviane quanto Mônica ponderam que conversas e cobranças por meios virtuais fazem parte do mundo moderno, então só constituem erro dependendo da frequência. “O problema é se o trabalhador for acionado com volume rotineiro, estando sempre de sobreaviso”, explica a desembargadora.

“Se ocorrer eventualmente, não é uma simples conexão que quebrará regras”, completa. A Justiça do Trabalho entende que o fato de a pessoa portar um celular funcional, por exemplo, não é, por si só, suficiente para configurar sobreaviso. É necessário que a expectativa de ser chamado se torne concreta na habitualidade da relação entre as partes. 

Há chefes que deixam a equipe em situação desconfortável ao acionar o profissional fora do trabalho, já que é difícil para o empregado ignorar. Para a desembargadora Mônica Sette Lopes, um problema é que os trabalhadores não conseguem se impor diante dessas situações. “Poder dizer não, ele pode. A questão é saber se, num período de desemprego exacerbado, ele dirá”, pondera.

Hora de (se) desligar

Mônica Ramos, diretora de Operações da regional da consultoria de RH Lee Hecht Harrison (LHH), defende que a desconexão se faz necessária para ter funcionários felizes e psicologicamente saudáveis. No entanto, o uso dos novos meios de comunicação tem tornado isso cada vez mais difícil — tanto por casos de pressão da chefia quanto pela ânsia dos subordinados de estarem conectados. “Muita gente acaba tirando férias e acompanhando tudo por e-mail”, exemplifica. Pós-graduação em administração com ênfase em recursos humanos, ela dá a seguinte dica: deixar sempre alguém a par das suas atividades para poder ser o ponto focal na sua ausência. “As pessoas não são insubstituíveis e precisamos lembrar isso para sair com tranquilidade.”

Crises de choro, resfriado constante, dores de cabeça e problemas psicológicos podem advir de um trabalho excessivo — que pode se dar tanto fisicamente quanto a distância, por meio de cobranças fora do horário de trabalho. Sair de um quadro de tensão se torna mais difícil quando o indivíduo é sempre bombardeado por mensagens relacionadas ao trabalho. Professora de psicologia no Centro Universitário Estácio, Helen Lima cita a síndrome de burnout como uma das consequências mais graves. “Trata-se de uma alteração da condição emocional, a pessoa pode desenvolver uma série de sintomas que podem ser físicos ou emocionais”, observa a doutoranda em educação. Grupos de apoio em psicoterapia e até o próprio setor de RH da empresa podem ser bons lugares para procurar ajuda.

Hevane Virgínia, 26 anos, enfermeira e especialista em oncologia, sofreu com o estresse e a ansiedade quanto manteve dois empregos, um diurno e um noturno, na rede de saúde particular. “Entre enfermeiros, isso é comum. Eu trabalhava 80 horas semanais e estava em estado de esgotamento”, conta. 

Após conseguir a primeira promoção, continuou com uma rotina agitada, agravada pelas demandas on-line. “A enfermagem é assim: você está sempre ligado, dentro de grupos do WhatsApp, com diversas mensagens. Quando consegui uma colocação de chefia, passei a ter descanso no período da noite, mas tinha dificuldade de tirar o horário do almoço. Devido ao meu cargo, diziam que eu deveria estar sempre disponível”, lembra. 

Com tanta pressão, ela adoeceu, precisou se ausentar durante uma semana e foi destituída do cargo. Hevane decidiu deixar o local depois disso e estudou até passar no processo seletivo de residência em saúde mental da Secretaria de Saúde, em que atua hoje, sem deixar de lado o autocuidado.

Saiba mais
 
Cláudio Cunha
Meio-termo
Para Channa Sanches Vasco, master coach de carreira, com um celular em mãos, “estamos diretamente conectados a toda nossa rede social, incluindo familiares, amigos e colegas de trabalho. No mundo corporativo, isso permite que tanto amigos e familiares nos procurem no horário de trabalho quanto superiores e colegas nos enviem mensagens fora do expediente. E há vários relatos de abusos por todos os lados, por parte do empregador e do empregado”. Como lidar com isso? Na visão de Channa, proibir o uso de redes sociais durante o trabalho não é uma atitude recomendável. 

Da mesma forma, não responder às mensagens profissionais fora do horário do expediente muitas vezes se torna impraticável. Qual é a saída? “Além de buscar um meio-termo, é preciso tato para negociar em tais situações.” A coach ensina uma técnica para dizer “não” a pedidos inconvenientes naquele momento, sejam profissionais ou não. “Basta explicar que você está fazendo algo importante e que depois de determinado tempo poderá atender à demanda de quem solicita. Quanto mais detalhado melhor”, diz. “Mas é importante que o prazo de tempo pedido seja realista, senão a pessoa vai ficar insistindo ou, pior, achar que há desinteresse da sua parte”, conclui.
 
 
 
*Estagiário sob a supervisão de Ana Paula Lisboa 

8 dicas para usar o WhatsApp no ambiente de trabalho

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/8-dicas-para-usar-o-whatsapp-no-ambiente-de-trabalho/#

8 dicas para usar o WhatsApp no ambiente de trabalho

Com a ajuda de um especialista em produtividade, INFO listou 8 dicas para quem usa o app de mensagens no escritório



quinta-feira, 1 de junho de 2017

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quarta-feira, 11 de maio de 2016

20 IDEIAS DE NEGÓCIOS PARA ABRIR EM CASA

Está pensando em começar um negócio? Veja opções para trabalhar sem sair de casa
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Como-abrir-uma-empresa/noticia/2016/05/20-ideias-de-negocios-para-abrir-em-casa.html
1. Tutor de informática
Pode parecer que com o maior número de computadores, as pessoas estariam mais acostumadas com todas as possibilidades e utilidades dessas máquinas. Mas a verdade é que novos programas crescem na mesma medida e muitos usuários não conseguem acompanhar com a mesma velocidade. Tornar-se um tutor particular, trazendo “macetes”, segredos, facilidades de usar da melhor forma um computador pode ser uma boa fonte de renda. Criar pacotes com sugestões de programas ideais para, por exemplo, empresários, professores ou médicos, pode ser uma forma de se diferenciar.
2. Técnico de informática
Se você já tem uma formação na área, pode começar como um empreendedor individual atendendo como técnico na própria casa das pessoas. Para se diferenciar, seja profissional, crie um cartão de visitas, site ou forma para as pessoas te conhecerem e contatarem facilmente. O atendimento também será algo que facilitará uma boa divulgação boca a boca.
3. Diagramação e design
Se sua especialidade é diagramar publicações como panfletos, cartões de visita, revistas ou até mesmo criar logos e outros desenhos, essa pode ser uma boa opção. Fazer alguns trabalhos freelancer pode ser o primeiro passo para você criar sua própria agência e trazer novos parceiros. Manter prazos, boas habilidade com comunicação e criatividade são pontos importantes.
4. Marketing digital
Trabalhar com mídias sociais e produção de conteúdo para marcas é outra opção para quem quer começar sozinho para, quem sabe, se expandir para uma empresa do setor. Entender sobre esses assuntos, claro, é essencial, assim como ter bons conhecimentos de comunicação e excelente domínio língua portuguesa. Lembre-se de fazer e manter o maior número de contatos possíveis para trazer bons parceiros na hora de dar o passo para se tornar um empreendimento maior.
5. Webdesigner e programador
Quase nenhuma empresa vive sem um site e muitas não têm um capital grande suficiente para pagar grandes nomes do setor para realizar o serviço. Comece conquistando esses clientes e fazendo sua marca se tornar conhecida. Sempre ofereça criatividade e modernidade. Não é só porque você é uma empresa de uma pessoa que você vai oferecer como produto final algo padronizado ou um site com cara de anos 1990.
6. Decoradora de bolos
É um nicho de mercado que cresce a cada dia. Muitas confeiteiras têm se especializado na decoração de bolos, com detalhes cada vez mais sofisticados. Várias delas trabalham como prestadoras de serviço para famosas boleiras ou redes de confeitaria ou ainda de forma autônoma.
7. Fabricação de comida congelada
Outro segmento que só cresce, o de refeições ou quitutes congelados é um bom começo para quem tem talentos culinários e quer iniciar um negócio em casa. Pode ser uma receita de família ou aquele pão de queijo que só você sabe fazer, o importante é dar o primeiro passo escolhendo um produto e checando sua possibilidade de congelamento.
8. Fabricante de geleias ou pimentas em conserva
Fabricação de geleias de frutas para revenda ou sob encomenda. O fator positivo da fabricação de geleias e compotas é que estes produtos contam com durabilidade maior. Higiene e apresentação do produto são fatores fundamentais neste negócio.
9. Dog walker (passeador de cães)
A ideia foi importada e está ganhando muitos adeptos aqui no Brasil. Os donos de cachorros que trabalham o dia todo contratam dog walkers para passear, alimentar e brincar todo dia com os animais. O serviço geralmente é cobrado por mês.
10. Confecção de velas, sabonetes e produtos aromáticos
O mercado para produtos aromáticos vai de vento em popa no Brasil. Hoje, é possível atuar a partir de uma pequena estrutura em casa e revender para lojas ou pela internet. Os produtos vão desde velas decorativas até lembrancinhas para maternidade (pequenos sabonetes).
11. Consultor para noivas
Profissionais com experiência neste segmento podem ajudar as noivas a fazerem as melhores escolhas para o grande dia, desde a escolha dos acessórios, lingerie, maquiagem, até o vestido.
12. Nutricionista
Elaborar cardápios, receitas e indicar dietas adequadas para seus pacientes faz parte da rotina de um nutricionista. Este profissional pode ser requisitado por pacientes, ser indicado por médicos, ou procurado também por empresas em busca de consultoria para seus refeitórios ou produtos alimentícios.
13. Redator de conteúdo (sites e redes sociais)
Saber se comunicar com seu público-alvo na web através de conteúdo atrativo é tarefa para os especialistas em criação de conteúdo. Este profissional deve saber escolher a melhor forma de expressão para seu cliente se comunicar através de sites e redes sociais. Ele pode trabalhar de forma autônoma e buscar seus póprios clientes (geralmente empresas) ou trabalhar para uma agência de conteúdo/comunicação. Domínio da língua portuguesa é fundamental.
14. Designer de joias/bijoux
O desenvolvimento e fabricação de peças de bijouteria é um negócio promissor e as criações podem ser vendidas pela internet, para conhecidos, lojas, noivas, etc.
15. Blogueiro
Se você é especialista em determinado assunto pode criar um site/blog sobre o tema e tornar-se um blogueiro. Os blogs mais acessados podem contar com anúncios pagos (de empresas anunciantes ou Google AdSense, por exemplo), posts patrocinados e outras formas de remuneração. Para isso, é preciso construir um público relevante e participativo, que gere movimento no seu site, fazendo com que ele apareça em boa colocação nos buscadores da internet sobre o assunto.
16. Agente de artistas
Para que possam realizar seu trabalho da melhor maneira possível, muitos artistas optam por contratar um agente para administrar seus negócios. Este profissional tem que lidar com contratações, contato com assessoria de imprensa e imprensa, aprovação de stylists, publicidade, etc., sempre de forma planejada, para favorecer seu cliente.
17. Secretária remota
Hoje, com a ajuda de recursos tecnológicos, é possível oferecer o serviço de secretária realizado a partir de casa. O serviço é muito requisitado por pequenas e médias empresas e profissionais autônomos e inclui desde a prospecção de novos clientes e agendamento de reuniões até a transferência de ligações (como se estivesse no mesmo local de quem a contratou).
18. Serviços de clipping
O clipping é um serviço muito requisitado por empresas que precisam de um acompanhamento da imprensa, seja para guardar todas as suas aparições ou para acompanhar o mercado. Este serviço pode ser realizado em casa a partir da assinatura dos principais jornais e revistas (ou segmentados de acordo com o cliente).
19. Proprietário de Bed&Breakfast
Se você mora em uma região próxima de pontos turísticos ou que seja de fácil locomoção pela cidade (região central), criar um bed&breakfast (cama e café da manhã, em inglês) na sua casa é uma boa opção de negócio. O necessário, em um primeiro momento, é disponibilizar um quarto (ou mais), banheiro e café da manhã para seu hóspede. E, claro, divulgar seu serviço na internet e outros meios.
20. Agente de viagens
Organização e compra de roteiros de viagem, indicando a melhor opção de turismo para o seu cliente. O serviço pode ser realizado de forma autônoma ou como representante de uma empresa do setor.

Folga off-line garantida?

Fonte:  http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/tf_carreira/2017/09/10/tf_carreira_interna,624717/folga-off-line-garan...